O Tribunal Constitucional considerou "cabalmente provado" que o PSD recebeu um "financiamento ilícito"da construtora Somague, no valor superior a 233 mil euros, alegadamente para o pagamento de despesas do partido e da sua "jota" na campanha para as eleições autárquicas de 2001.
Os documentos que a PJ teve acesso e que despoletaram o caso foram facturas emitidas ao PSD, por serviços que lhe terão sido prestados, estavam rasuradas, tendo o nome da respectiva entidade pagadora sido emendado para o da Somague.
Terá sido Vieira de Castro, naltura responsável financeiro e secretário geral adjunto do PSD, quem terá solicitado esta alteração das facturas.
Logo a seguir, o mesmo Vieira de Castro, ascende a secretário-geral dos transportes (ou das obras públicas?) e, nessa qualidade investido, terá pedido um parecer à PGR como forma deste favorecer a posição da Somague num conflito entre esta e a Brisa, por causa de um concurso para a adjudicação da construção de uma auto-estrada qualquer.
Acontece que nada disto interessa porque temos o fabuloso "caso do milho transgénico", assunto extraordinariamente preocupante, e ainda o não menos escandaloso caso do "plágio no blog do Menezes" para resolver.
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quinta-feira, agosto 23, 2007
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